Da França ao Tibet, via Iraque, Brasil, Índia, Vietnã, Turquia ou Cisjordânia, “Woman” dá a palavra a cem mulheres de cinquenta países. Na frente da câmera, eles contam suas experiências de maternidade, amor, violência, mas também evocam seu relacionamento com o corpo ou com a beleza.
Certas passagens (por estupro de guerra, mulheres queimadas com ácido…) são duras, mas o filme é “esmaltado” com palavras luminosas. Como os de Eglantine Emeyé, que fala de seu amor incondicional por seu filho autista…
Levadas por imagens sublimes, essas palavras íntimas e corajosas acabam pintando um retrato caleidoscópico comovente da condição das mulheres no mundo.