“Simplifiquem a vida. Reduzam os trajetos. Priorizem seu tempo trabalhando, estudando, comprando, vivendo perto de casa. Abram mão do carro – um dia por vez, até poderem viver sem rodinhas, sob seus pés humanos incríveis.”

A diferença será perceptível, garanto!

E eu não estou falando de trocar o carro por uma bicicleta. É algo além. Trata-se de mudar o modo como você se coloca como ser no mundo ao seu redor. Não sobre como você chegará ao trabalho.

Eu fiz isso. Neste feriado completamos 1 ano da nossa última viagem antes de vender nosso carro. Faz falta? Às vezes. Mas o ganho é imensamente maior.

Esse foi meu pensamento ao ver a notícia no portal português www.publico.pt.

“Quando planeados e ordenados, segundo critérios científicos, os espaços verdes podem vir a melhorar o ar das cidades ao reduzir a concentração de poluentes e ter uma melhor eficiência em termos de custo — benefício do que as medidas tecnológicas, conclui uma investigação da Universidade de Aveiro. Que chama a atenção dos decisores políticos para o ordenamento territorial das zonas verdes nas cidades.

Nos últimos anos, melhorar a qualidade do ar nas cidades tem tido como ponto fulcral a evolução tecnológica. Mais recentemente, a aposta em soluções naturais tem vindo a ganhar força e apoio da União Europeia.

Sandra Rafael é a autora da tese de doutoramento que foi, este mês de Outubro, publicada na revista Atmospheric Environment e dá conta de que as medidas a tomar devem ser analisadas, antes da sua implementação, tendo em conta que as cidades formam microclimas devido à sua morfologia urbana.”

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Faz diferença ter verde? Sem a menor sombra de dúvida!

Mas mudar a forma como nós vivemos as cidades pode ter um efeito ainda mais incrível para as gerações futuras e para nossa própria vida hoje.

Pode ser que sobre até dinheiro e tempo para você fazer aquela viagem para NY ou para Europa onde você acha lindo caminhar a pé e usar metrô 😉