Neste ano perdi um relacionamento da vida toda e que só ao terminar me mostrou como era mutuamente nocivo.

Não vai sem dor, mas a dor passa e um alívio surge: estou mais leve, menos oprimida e pressionada a agradar quem nunca fica bem comigo.

Desse momento, redescobri outras amizades e convívios que me eram caros, agradáveis e felizes, mas que eu até segurava a onda para não deixar avançar porque podiam magoar aquela pessoa…

Nas suas resoluções de ano novo, inclua repensar porque você se dedica a quem não se dedica a você.

E olhe ao redor para quem gosta de estar com você do jeitinho que você é. Sem críticas veladas ou abertas, sem “sugestões” de como viver seus dias, sem ciúme e sem inveja.

Evite intimidade com quem não tem os mesmos valores que você.

Amor é doação mútua.

Se precisar de troca e parecer que tem uma contabilidade das ações, não é amor, é cilada! Fuja!

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