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19 de fevereiro é o Dia do Esportista e em 2015 também é o começo do Ano Novo Chinês, achei que seria uma boa ocasião para um compromisso público.

🙂

Aos 42 anos quero virar algo que nunca fui: atleta.

(Podem me cobrar, ta?)

Eu ando empolgada com a contagem de passos, caminhadas e corridas, sem falar nos lances de escada que meu aplicativo Saúde registra automaticamente pra mim, já pensando no plano que colocarei em prática a partir de março: voltar a praticar atividades físicas regulares.

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Faço meus #30tododia (trinta minutos de atividade física diária, que incluem tudo, dos passos ao falar no telefone, os lances de escada, a caminhada para buscar e levar filhos na escola.

Mas nunca fui atleta, sempre fui a nerd CDF da turma e reprovei em Educação Física no Ensino Médio. Na infância brincava muito, fiz natação e salto, treinei ginástica rítmica desportiva e fiz balé. Também sempre caminhei muito, optei por escadas e gosto de usar bicicleta como meio de transporte (embora minha estrutura de vida atual não precise de bike, pois faço tudo a pé, de tão perto que é.

E caminhar deve ter sido a garantia da minha saúde nas gestações – quando não apresentei problemas circulatórios ou alterações metabólicas – e ajudou a manter a forma, por conta do equilíbrio energético, pois as calorias entram e são gastas numa medida boa.

Li um artigo que focava nos benefícios da atividade física (que trabalha tanto o corpo como a mente) inclusive para os bebês que ainda estão na barriga da mãe. Além de reduzir o risco de complicações obstétricas, os exercícios controlam melhor o ganho de peso e auxiliam na redução de depressão e estresse, bem comuns nessa fase da vida da mulher.

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Confira a seguir:

• Atividades aquáticas, como hidroginástica e natação, são as mais recomendadas para as gestantes, pois diminuem as dores lombares e o inchaço, já que evitam as forças gravitacionais;
• Caminhadas, ioga e pilates também são algumas opções para as grávidas que não praticavam exercícios antes da gravidez. Grávidas que mantinham um bom condicionamento físico podem continuar a realizar os mesmos exercícios, se assim o médico liberar;
• As mamães que já tiveram ameaças de aborto espontâneo, bebê prematuro, sangramento forte, problemas na coluna lombar ou no quadril, tem pressão alta ou alguma doença pré-existente ou que terão mais de um bebê, também podem praticar exercícios, no entanto, necessitam de mais atenção e acompanhamento médico redobrado;
• Nos primeiros três meses é importante evitar a elevação excessiva da temperatura do corpo. Ao longo dos nove meses de gestação, diminuir o ritmo de exercícios será fundamental. Após o terceiro mês, é preciso desconsiderar os exercícios em que a posição predominante seja com a barriga para cima ou aqueles em que a grávida permaneça em pé por muito tempo, pois eles podem reduzir o fluxo de sangue do bebê;
• A hidratação constante e o uso de roupas fresquinhas é bastante importante, além do uso do protetor solar para os exercícios ao ar livre.

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E uma “curiosidade” do Dia do Atleta para quem ainda está planejando a gravidez e sonha em ver o filho brilhando em alguma prática esportiva: dá para ajudar a genética atlética planejando quando o nenê vai nascer.

Cientistas realizaram testes de força, resistência e capacidade cardiovascular em cerca de 9 mil meninos e meninas de 10 a 16 anos. da Universidade de Essex, no Reino Unido e divulgaram os resultados no International Journal of Sports Medicine sugerindo que crianças nascidas em setembro, outubro e novembro (período entre o outono e o inverno no hemisfério norte) são mais fortes e em forma do que os outros. Os bebês que vêm ao mundo entre maio e julho (época mais quente por lá ) seriam menos aptos pro esporte.

Adaptando ao nosso clima e hemisfério (sul), no Brasil o período ideal seria justamente o contrário do hemisfério norte porque maio, junho e julho é o período de outono/inverno.

Mas por que isso acontece? 

Os especialistas explicaram que isso ocorre por conta da grande exposição da mãe à vitamina D – proveniente do sol – no fim da gestação. Esse composto está associado ao estímulo dos ossos e o crescimento de músculos. Isso poderia ser um fator que ajudasse no desenvolvimento de um novo atleta.  

 E ai, te convenci a fazer uma caminhada ou corrida sob o sol todo dia?

Já pararam para pensar o quanto a gente se exercita no ir e vir das cidades? 

Quem mais ai é #atletadeasfalto? 

Conte sua experiência e me avise marcando com a hashtag 😉