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A ideia de começar a avaliar a sério programas de intercâmbio para os meninos me passou pela cabeça neste verão. Como se dizia no meu tempo, “caiu a ficha” de que aos 14 anos, Enzo poderá entrar num programa de férias e aproveitar aquele visto que a gente tirou para viajar a lazer em família. E foi nas férias, quando encontrei uma amiga que tem filha da idade do meu e soube que ela estava passando um tempo no Canadá, que entendi que chegou a hora.

Não é de hoje que ouço falar que quanto mais cedo se aprende e se treina um novo idioma, mais natural ele será e maior a desenvoltura com que se fala e escreve. Muitos amigos meus optaram por colocar seus filhos em escolas bilíngues brasileiras e os meus meninos fizeram pré-escola numa instituição assim e aprenderam inglês em casa desde muito cedo.

O pré ficou lá atrás. Agora tenho em casa dois adolescentes de 11 e (praticamente) 14 anos e quando falo em viagens com eles já noto que a semeadura cultural que fizemos pegou e eles são cidadãos do mundo, prontos para conhecer tudo que puderem.

Felizmente a cada ano há mais chances de viagens de estudo para o exterior, incluindo facilmente a família toda (e este é um projeto que queremos fazer aqui breve, assim que a pequena Manu possa nos acompanhar também).

Parte desta gama de atividades pode ser conhecida e desmistificada na Feira de Intercâmbio de 7 a 17 anos, um evento organizado pela CI – Central de Intercâmbio e focado especialmente em intercâmbio para crianças e adolescentes desta faixa etária e que acontecerá nas cidades de Bauru (08/04) e Rio de Janeiro (10/04), além, claro, de São Paulo, onde tem entrada franca no Hotel Intercontinental (Al. Santos, 1123), no dia 05/04/2014.

Neste ano estarei na edição da capital paulista palestrando com a psicóloga Natércia Tiba sobre uso de redes sociais para aproximar as famílias durante a viagem e sei que a presença de 25 escolas de diversos países ajuda muito as famílias em suas escolhas. Nós duas nos envolvemos em atividades de intercâmbio na adolescência e somos hoje mães de jovens prestes a entrar nesta etapa de vida. É para gente como nós que o atendimento personalizado, que dá a chance aos pais tirarem suas dúvidas com os próprios representantes de cada uma das escolas, faz toda diferença. E para quem não teve a chance de aprimorar o inglês, o legal é que a CI – Central de Intercâmbio garante a presença de tradutores para auxiliar no atendimento, garantindo que tudo fique claro para todos os envolvidos.

Lá é possível, por exemplo, conhecer os programas de intercâmbio para viajar durante as férias da escola (Intercâmbio Teen) ou para fazerem o colegial no exterior (High School), nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e muito mais. Uma novidade para mim é justamente uma das opções que a nova escola dos meus filhos oferece: uma viagem de formatura que amplia horizontes. E, como contei, as palestras informam sobre programas de intercâmbio e também sobre os países nos quais a CI – Central de Intercâmbio oferece esses programas.

Se a ideia de oferecer uma visão contemporânea de mundo e ao mesmo tempo agilizar o aprendizado de idiomas é um dos seus planos para seus filhos, indico a visita a uma das feiras. Veja no site ci.com.br/feira informações detalhadas de datas e locais.

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intercambio na adolescencia

Então nos vemos lá na Feira, às 15h30, para o papo com Natércia Tiba. Te esperamos no dia no dia 05/04/2014, no Hotel Intercontinental (Al. Santos, 1123).

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